Copa do Mundo 2026 chegando e várias perguntas rondam as preocupações e esperanças dos torcedores: "será que o Brasil vai quebrar a seca de títulos?", "Neymar vai conseguir jogar?", "A França é isso tudo mesmo?", "Vai ser um fiasco para nós?".
Pois bem, vamos tentar responder a pergunta do ano: "Quem vai ganhar a Copa do Mundo 2026?".
As favoritas nas casas de apostas são: Espanha, França, Inglaterra, Brasil, Argentina e Portugal. Entretanto, tal como o Brasil emerge como uma seleção com fraquezas, mas bem cotada para ganhar, todas as outras seleções possuem fatores fortes e fracos.
FAVORITAS DESSA COPA
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Espanha: Considerada a seleção com a melhor ideia de jogo consolidada (desde 2008). Destaca-se pelo domínio da posse de bola e pela formação de atletas (muitos oriundos do Barcelona).
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Pontos de atenção: Problemas com o volante Rodri (que não vive boa fase após lesão), carência de goleiros de elite (apontando críticas a Unai Simón), inexperiência na zaga e improvisações nas laterais. Além disso, seus dois principais jogadores ofensivos (Nico Williams e Lamine Yamal) chegam ao torneio com problemas físicos ou técnicos.
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França: Sobram jogadores de talento, mesmo com desfalques. O pragmatismo do técnico Didier Deschamps, que prioriza a solidez defensiva em detrimento de um futebol vistoso, fazendo com que o time jogue menos do que poderia.
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Portugal: Seleção com grande abundância de talentos em todas as posições, especialmente nas laterais e no meio-campo. Possui uma hierarquia liderada por Cristiano Ronaldo.
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Pontos de atenção: Apesar da qualidade individual, o time é visto como um pouco "engessado", embora o técnico Roberto Martínez prepare bem os jogos.
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Argentina: Vencedora recente, mas vista com desconfiança por ter tido um ciclo marcado por festas e despedidas (como a de Di María). O time não joga tão bem coletivamente como na Copa de 2021.
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Pontos de atenção: Dependência excessiva de Messi e Otamendi, que estão mais velhos (Messi com 39 anos durante a Copa) e não possuem a mesma capacidade física de antes. A saída de Di María é uma perda sentida no ataque.
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SELEÇÕES DE ALTO NÍVEL
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Brasil: A seleção não é favorita nem azarão. Carece de um sentido de time definido e de um plano de jogo sólido, dependendo da transição entre defesa e talento individual.
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Pontos de atenção: O técnico Ancelotti ainda busca o esquema ideal (4-2-4), e a equipe não teve tempo de montagem, deixando decisões para a última hora. A situação de Neymar é uma incógnita (esperança vs. decepção).
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Alemanha: Apesar de boas individualidades (como Musiala e Wirtz), a equipe não mantém a consistência coletiva, sofrendo para passar de fase em competições recentes. O retorno de Neuer no gol é visto como um ponto positivo necessário, dada a falta de confiabilidade de outros goleiros.
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Inglaterra: Comandada por Thomas Tuchel, tem uma ideia clara, mas o autor questiona se é, de fato, um "super time". Destaca Harry Kane como peça fundamental e ressalta a temporada ruim de Jude Bellingham, um pilar da equipe.
TERCEIRO ESCALÃO
Seleções perigosas que, embora não sejam favoritas, podem eliminar grandes times em um dia ruim:
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Noruega: Possui atacantes de elite.
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Holanda: Destaca-se pelo forte meio-campo.
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Marrocos: Foca em uma defesa sólida e bons laterais.
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Japão: Seleção descrita como muito física e forte, superando estereótipos anteriores de fragilidade.
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Equador: Possui um sistema defensivo muito eficiente.
Apesar das críticas aos defeitos de cada seleção, o futebol de seleções é imprevisível e que, para o Brasil, qualquer confronto contra essas seleções do terceiro escalão seria de favoritismo, mas sempre com riscos em jogos únicos de mata-mata.
